O templo estava silencioso, mas o chão vibrava como um tambor contido. Clarice permanecia ajoelhada diante do altar da lua, a palma da mão repousando sobre a marca que ainda pulsava como brasa sob a pele. Ares mantinha-se por perto, de pé, os olhos fixos em qualquer sinal de alteração. Mas nem mesmo ele sabia como proteger alguém de algo que não vinha de fora — e sim de dentro.
Idran entrou devagar, trazendo um pergaminho antigo envolto em fios de prata.
— Os registros da linhagem de Yelara. —