A vila acordava devagar, sentindo nas entranhas o que as palavras ainda não ousavam nomear: algo havia sido rompido na noite anterior. Não com violência… mas com verdade.
Clarice permaneceu no templo até o primeiro raio de sol tocar o chão da clareira. Sentada em posição de vigília, com os olhos semicerrados e as mãos repousadas sobre os joelhos, ela absorvia os resquícios do que fora sentido — ou talvez despertado.
Lyanna também estava em silêncio.
Estamos esperando, não estamos?, ela murmuro