Capítulo 156

A vila acordava devagar, sentindo nas entranhas o que as palavras ainda não ousavam nomear: algo havia sido rompido na noite anterior. Não com violência… mas com verdade.

Clarice permaneceu no templo até o primeiro raio de sol tocar o chão da clareira. Sentada em posição de vigília, com os olhos semicerrados e as mãos repousadas sobre os joelhos, ela absorvia os resquícios do que fora sentido — ou talvez despertado.

Lyanna também estava em silêncio.

Estamos esperando, não estamos?, ela murmuro
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