A floresta sagrada estava em silêncio. Não o silêncio comum das noites de calma, mas o silêncio espesso que precede uma revelação. O tipo de quietude que se instala quando a própria terra contém a respiração, como se algo adormecido sob as raízes tentasse escutar.
Clarice caminhava à frente do grupo, vestindo uma túnica longa de tecido de cânhamo sagrado, tingida com carvão das oferendas lunares. Seus passos não faziam som. À sua esquerda, Idran carregava a nova pedra de vínculo — forjada do fr