A cozinha estava vazia agora. Mas a presença dele — do Alfa — ainda enchia o ar. Como fumaça. Como uma maldição.
“Você é uma aberração."
" Inútil."
" Fraca."
As palavras dele ecoavam como tambores de guerra na minha mente. Ainda ajoelhada no chão, eu me abracei, tentando conter o tremor dos meus braços, tentando não soluçar alto. Mas o nó na garganta doía tanto quanto a rejeição.
Por que ele me odeia tanto?
Eu nunca pedi nada. Nunca exigi nada.
Sempre estive ali. Sempre obedeci. Se