O barulho dos caixas soava como uma sinfonia desordenada: bipes, gavetas de dinheiro se abrindo e fechando, sacolas sendo puxadas com pressa. Paloma passava os produtos pelo leitor quase sem olhar, tentando se concentrar, mas a mente estava longe dali.
Ainda pensava na última conversa com tia Cida, no tom preocupado da tia quando perguntou se ela estava mesmo bem. E, no fundo, apesar de não admitir para si mesma, uma parte dela ainda esperava que César tivesse feito contato. Riu lembrando que e