Paloma cruzou os braços, tentando esconder o corpo o máximo possível sob a camisa colada à pele molhada. Deixou-se ficar rígida, como uma estátua, cada músculo em alerta.
César a carregou sem esforço porta adentro e a colocou diante do banheiro, como se estivesse no comando até do ar que ela respirava.
Os olhos dela correram nervosos pelo corredor, temendo que Darcila, ou pior, a mãe dele, aparecesse de repente e a visse naquela situação humilhante.
— Pode tomar um banho aqui. — A voz dele soou