Paloma sentiu um arrepio percorrer lhe a espinha. Um medo surdo, quase instintivo, apertou-lhe o peito. Não... não podia ser isso.
César era bruto, temperamental, explosivo até, mas não era cruel. Pelo menos, não do tipo que ela tanto temia naquele instante.
Ainda assim, a forma como ele a arrastava pela casa era brutal. O aperto em seu braço deixava marcas, e a maneira como a puxava, sem sequer olhá-la, reduzia-a à condição de um objeto incômodo. Cada vez que ela tentava parar, ele a arrastav