– O ECO DO QUE FALTA, O NASCER DO QUE VEM
WILLIAM
A casa nunca foi silenciosa.
Não de verdade.
Havia sempre passos, vozes, pequenas interrupções — mesmo quando eu estava sozinho, existia a sensação de que alguém poderia surgir a qualquer momento.
Mas agora era diferente.
O silêncio tinha peso.
Desci as escadas naquela manhã esperando, por hábito, ouvir Theo discutindo sobre o café, ou Ana reclamando que ele tinha esquecido o casaco. O impulso foi tão automático que só percebi quando já e