RYDER
Quando oiço aquela voz, o meu coração bate-me forte no peito, como se tivesse acabado de levar um murro. Fico sem reação, parado no escuro da varanda, o telemóvel quente na mão. O passado, que julgava enterrado, volta a assombrar-me num segundo. A voz de Chloe soa outra vez, hesitante, como se tivesse medo da minha resposta.
– Ryder? Estás aí?
A minha voz sai rouca, mais dura do que queria.
– Estou. O que queres, Chloe?
O que é que ela esperava, depois de me ter largado no altar há dois a