Ponto de Vista: Rafaella Bianchi
O som tranquilo da casa parecia uma canção de ninar constante. Máximo dormia em seu berço, a respiração ritmada e serena. Salvattore estava na poltrona ao lado, os olhos fixos no pequeno enquanto acariciava levemente minhas pernas estendidas sobre as dele.
Fiquei observando os dois por alguns instantes. Aquela era a cena que eu jamais pensei viver, mas que agora se tornava meu porto seguro.
— Salvattore... — murmurei, hesitante. Ele me olhou de imediato, atento.