Ponto de Vista: Rafaella Bianchi
O sol entrava preguiçoso pelas frestas da cortina quando Salvattore me puxou para mais perto com aquele sorriso sacana que eu já conhecia bem. Seu toque era caloroso, possessivo, como se meu corpo ainda lhe pertencesse completamente — e a verdade era que sim, pertencia. Ele não estava errado.
— Matteo nos chamou para tomar café na casa principal. — Ele murmurou, beijando meu pescoço com preguiça e desejo. — Josefa já levou Máximo pra lá. Os titios babões não pod