Aron observava pai e filho como se estivesse vendo um milagre diante de seus olhos. O silêncio denso era cortado apenas pelo som das pequenas respirações de Máximo, adormecido no colo de Salvattore.
Com um suspiro contido e expressão terna, Aron se aproximou, estendendo os braços com cuidado.
— Me dá ele... — pediu em voz baixa. — Vou levá-lo pro quartinho. Vocês dois têm assuntos pendentes demais pra resolver aqui na sala.
Salvattore hesitou por um segundo, como se entregar o filho fosse abrir