O templo tremia como se respirasse.
O chão vibrava, as colunas rangiam, e o luar vermelho se derramava através das frestas do teto como sangue líquido, pintando tudo com um brilho sobrenatural.
Eu ainda sentia o calor da explosão que libertou minhas correntes.
Mas a liberdade veio tarde demais.
Danilo estava no chão.
Caído, ensanguentado, lutando para manter os olhos abertos.
E eu… eu não conseguia me mover.
O poder recém-desperto corria pelo meu corpo como uma corrente elétrica selvagem, queim