A tempestade parecia não ter fim. A chuva castigava o telhado do casarão da matilha, e cada trovão fazia o vidro das janelas vibrar.
O corpo doía em cada músculo, a febre vinha e ia como uma onda. Mas eu não podia parar. Não enquanto ela ainda estivesse lá fora.
Rebecca.
O nome dela queimava dentro de mim como um comando antigo, algo mais forte que razão, orgulho ou medo.
Desde que voltei da cidade, depois daquela perseguição maldita, nada em mim estava no lugar.
O vínculo estava ativo de novo,