A cidade parecia um labirinto de concreto e luzes artificiais.
O som dos carros, o cheiro de fumaça, o eco distante de passos. Eu não pertencia àquele lugar, mas ela estava ali, perdida entre humanos que jamais entenderiam o que ela realmente era.
Rebecca.
Ainda podia sentir o rastro do perfume dela no ar, leve, misturado à brisa fria e à chuva que começava a cair fina. O vínculo pulsava dentro do meu peito, como uma bússola viva, apontando sempre para ela.
Corri.
Não importava a dor nas pernas