O tapa ainda queimava no rosto.
Não era pela dor física — o corpo de um alfa se acostuma a cortes e feridas com o tempo. Era pela lembrança que ele carregava. O som seco, o olhar dela cheio de raiva e mágoa, a forma como o nome “Rebecca” saiu da minha boca e voltou em forma de silêncio.
Ela me odiava. E eu não podia culpá-la por isso.
Fiquei ali, parado na rua, enquanto as poucas pessoas que viram a cena se dispersavam. O vento frio da noite passou entre nós, levando o cheiro dela. O mesmo perf