Samantha
O peito dele subiu e desceu uma vez, mais profundo. Fenrir baixou o focinho por dentro, eu senti. Arwen encostou o nariz no meu pulso, sinal de aprovação discreto.
Eu não dei passo. Não estendi a mão. Deixei-o diante do próprio caminho.
O silêncio da clareira não era vazio. Era mesa posta para a escolha. Quando a gente para de gritar por dentro, começa a ouvir. E eu ouvi o que precisava.
— O que eu tenho que fazer? — Ayres perguntou, baixo, sem pressa, como quem aceita que a resposta