Samantha
Ele estava de joelhos. A Lua pendia alta, clara, fazendo do prateado um espelho do que eu sentia por dentro: uma mistura de frio e claridade. O campo ainda cheirava a cinza, suor e algo que sempre me encontra, mesmo quando eu não quero, menta e terra molhada. O cheiro dele.
Eu não disse nada de imediato. Olhei para o homem à minha frente e, por um instante, o título desapareceu. Não vi o Alfa que me humilhou diante de todos.
Vi o menino que correu da própria tragédia, as mãos pequenas