Samantha
O fogo crepitava no centro do círculo sagrado, lançando sombras dançantes sobre os rostos atentos dos membros do clã lunar.
O ar cheirava a ervas queimadas, sálvia, alecrim e raízes secas, um perfume forte que parecia abrir fendas entre o mundo visível e o invisível. Maelin, ereta como sempre, ergueu um cálice de prata em direção à Lua.
— Que a luz atravesse as trevas da memória. — sua voz ecoou, calma e firme — Que cada cicatriz encontre seu nome.
Eu respirei fundo, sentindo o coraçã