O pátio da Lua Sangrenta estava silencioso, exceto pelo farfalhar do vento entre as árvores e os uivos ocasionais vindos da floresta. A lua iluminava cada pedra e cada sombra, como se o próprio céu assistisse ao que estava prestes a acontecer. River caminhava lentamente entre os guerreiros, sentindo o peso da responsabilidade em seus ombros, até que parou ao lado de Lyra.
— Precisamos conversar — disse ele em voz baixa, puxando-a para um canto mais afastado, entre a muralha e um barril de supri