As correntes em seus pulsos estavam cada vez mais apertadas, os ferros grossos arranhavam sua pele já ferida, impedindo qualquer tentativa de fuga. O cheiro amargo do mata-lobos ainda impregnava o ar, deixando Lyra enjoada e com os músculos trêmulos. Ela estava jogada no canto da cela imunda, o rosto inchado, com hematomas por toda a pele exposta. Os cabelos grudavam na testa suada, e sua respiração era fraca, mas ainda constante.
O chão sob seu corpo estava gelado, úmido e fedia a mofo. Ela pi