— Eu não trago exército pra uma missão que posso fazer sozinho — ele disse. — Só duas mãos.
Dois vultos saíram da sombra como se surgissem da casca das árvores, máscaras de tecido cobrindo o rosto, luvas até o cotovelo, botas de sola macia. Lyra não ouviu as passadas bem treinadas. O veneno no braço começou a latejar, subindo em ondas pelo ombro.
— Ai, Lyra, Lyra… — Atlas riu. — Você sempre cuida de todo mundo, menos de você.
Os dois homens avançaram, e Lyra recuou um passo, o joelho fraquejand