A floresta ao leste da Lua Sangrenta recebia a lua cheia em silêncio, o trio chegou à clareira por onde a luz descia como um holofote natural. O chão era uma mistura de folhas e terra úmida; uma pedra grande no centro parecia um palco, o tronco caído ao lado, um banco. Lua parou com a mão no peito; o chamado agora era quase voz.
— Aqui. — A palavra saiu com certeza. — Tenho certeza que ele tá perto.
Amber e Tailon ficaram de costas um para o outro, olhos varrendo as bordas, os sentidos ligados