— Tudo bem… eu realmente preciso terminar a roupinha do bebê. — sorri, passando a mão pela barriga. — Da pequena Margaret.
William parou no meio do quarto e me olhou como se eu tivesse cometido um absurdo.
— Margaret? — arqueou a sobrancelha. — Não vai ser uma menina.
— Vai sim — respondi sem hesitar. — Eu tenho certeza.
— De jeito nenhum — ele rebateu, com aquele tom convencido que me arrancava sorrisos. — Vai ser um menino.
— Não vai. — balancei a cabeça. — Eu sinto.
Ele cruzou os braço