Meu coração acelerou de novo, agora por outro motivo.
— Então está tudo bem — insisti. — William, vamos sair daqui.
— Ainda não — interrompeu, sem elevar a voz. — Eles não sabem quem somos. Nem o que somos aqui. Muito menos se representamos algum risco.
Franzi a testa.
— Por quê? — perguntei. — Você acha que eles nos fariam mal? Há algo errado?
Ele respirou fundo, como se medisse cada palavra.
— Porque ainda não sabemos se podemos confiar — disse. — Eles servem à Coroa, sim… mas você lemb