— Não…
Tentei outra colher, mas ele recusou de novo. Virou o rosto, murmurou algo incoerente e empurrou minha mão fraca demais para ser consciente. O desespero apertou meu peito. Ele estava quente demais. Quente como fogo.
Retirei a bandagem improvisada da ferida para olhar outra vez. Ele gemeu quando toquei, o corpo reagindo mesmo sem consciência. A pele estava inflamada, vermelha, pulsando sob meus dedos. Ainda ruim. Ainda perigosa.
Sentei-me na cadeira ao lado da cama e levei as mãos ao r