O silêncio da noite cobria a casa de campo como um véu sereno, interrompido apenas pelo som suave dos grilos e o farfalhar das folhas ao vento. Luna caminhava descalça pela varanda, vestindo apenas a camisa social de Leonel, que caía solta sobre suas coxas nuas. O cheiro dele ainda impregnava o tecido, misturado ao aroma amadeirado que ela já associava ao conforto, ao desejo, e ao perigo delicioso que ele representava.
Leonel a observava da porta, os olhos escuros brilhando na penumbra. Aquela