A manhã chegou timidamente, com a luz dourada invadindo o quarto pelas frestas da cortina. Luna despertou lentamente, os músculos ainda sensíveis, como se o corpo ainda revivesse cada toque da noite anterior. Ao virar-se, encontrou Leonel já acordado, deitado de lado, observando-a em silêncio.
— Está me encarando por quê? — ela perguntou com a voz sonolenta e um sorriso no canto dos lábios.
— Porque é difícil acreditar que você é real.
Ela arqueou uma sobrancelha, preguiçosa.
— E por acaso e