A madrugada avançava silenciosa, mas dentro do quarto o tempo parecia ter parado. O calor dos corpos ainda se fazia presente nos lençóis amassados, e o perfume da pele de Luna misturado ao toque amadeirado de Leonel pairava no ar como um feitiço sensual.
Luna estava deitada de lado, observando Leonel com os olhos semicerrados. Ele tinha um braço estendido atrás da cabeça, o outro repousava sobre sua cintura nua, acariciando-a em movimentos preguiçosos, mas íntimos.
— Sabe que, se você continuar