Leonel ainda segurava o celular em mãos, os músculos retesados como se estivesse pronto para entrar em guerra. Ao lado dele, Luna observava cada mínima expressão em seu rosto, atenta, protetora, cúmplice. O corpo ainda vibrava com os ecos do prazer, mas a mente já estava mergulhada em preocupação.
— Quem era? — ela perguntou com a voz suave, sentando-se lentamente na cama e puxando o lençol para cobrir-se, os cabelos emaranhados caindo pelos ombros, a pele marcada pelas mãos dele.
Leonel expiro