A luz da manhã atravessava a cortina de seda, pintando o quarto com tons dourados. Luna acordou com a respiração quente de Leonel em sua nuca e o toque suave de seus dedos traçando círculos em sua pele exposta.
— Acorda, minha rainha — ele sussurrou, roçando os lábios no ombro dela.
Ela se espreguiçou com um sorriso preguiçoso, ainda sentindo os músculos trêmulos da noite anterior.
— Ainda não acredito no que aconteceu ontem — murmurou.
— A cidade inteira está comentando — ele respondeu,