A luz suave do entardecer invadia o quarto pela enorme janela de vidro. Luna estava sentada na poltrona, enrolada em um robe de seda branco, os cabelos ainda úmidos do banho, observando Leonel ao piano. Ele tocava uma melodia lenta, quase melancólica, como se cada nota fosse carregada de um passado que ele tentava esquecer.
Ela não precisava de palavras para saber o que se passava dentro dele. Desde que retornaram da viagem, depois de todas as descobertas e confrontos, Leonel havia se tornado m