Do lado de fora do laboratório, Luna sentia as pernas trêmulas. A espera parecia interminável. Cada segundo pulsava em sua garganta como um tambor de guerra.
Leonel estava ao lado dela, inquieto, os olhos fixos na porta de vidro fosco de onde o envelope sairia. Não falavam há minutos. Não era silêncio... era tensão.
E então, a recepcionista surgiu com o envelope lacrado nas mãos.
— Nome: Leonel Bragança e Luna Duarte? — ela confirmou, com cautela.
Luna assentiu. Leonel estendeu a mão. O envelop