O cemitério Bragança ficava no interior, numa propriedade isolada da família. Um mausoléu frio, imponente, guardado por ferros antigos e a arrogância dos que se achavam eternos.
Leonel e Luna chegaram juntos, de mãos dadas, embora a dúvida ainda pesasse entre os dedos entrelaçados.
— Nunca pensei que voltaria aqui — ele murmurou, olhando para o nome cravado em pedra: Leônidas Bragança – Visionário. Pai. Fundador.
Mas para Luna, aquele nome começava a ter outro significado: Mentiroso. Covarde. E