Luna acordou sentindo o calor de Leonel ao seu lado. Os lençóis bagunçados, o perfume dele ainda preso à sua pele. Tudo parecia mais leve. Mais certo. Pela primeira vez, ela respirava sem o peso do medo.
Leonel dormia profundamente, a expressão serena de quem havia enfrentado e vencido seus fantasmas. Luna passou os dedos pelos cabelos dele, sorrindo.
Mas o celular dela vibrou na mesa de cabeceira. Uma mensagem.
Número desconhecido: “Você achou que podia me esquecer? Não tão fácil, Luna. Estou