O som dos teclados ecoava na sala de segurança do Grupo Bragança. Monitores exibiam câmeras em tempo real, enquanto planilhas e arquivos criptografados apareciam nas telas, sendo minuciosamente analisados por uma equipe dedicada. Desde a votação decisiva do Conselho, Luna sabia que a próxima fase seria a mais sensível: encontrar os rastros deixados por Guilherme e seus cúmplices.
— Esses e-mails foram enviados de dentro da própria rede da empresa — disse Tiago, passando uma pasta a Luna. — Temo