O reino de Alaban se revelava diante deles como um sonho em tons de ouro e rubi. As ruas, largas e lisas, eram feitas de concreto claro que refletia a luz do sol, e o vento do outono trazia o perfume adocicado das árvores de frutas vermelhas que se curvavam sobre as calçadas. Ao longe, o som constante da grande cachoeira ecoava como um cântico antigo, misturando-se às vozes animadas dos moradores e ao tilintar dos sinos das carroças.
— Que lindo! É o lugar mais bonito que vimos até agora. —