Do lado de fora da loja, o sol do início da tarde lançava reflexos dourados sobre a calçada de paralelepípedos. Elisa ajeitava a alça da bolsa quando, ao cruzar a rua com os olhos, avistou uma figura familiar entre um pequeno grupo de rapazes.
— Ivan! — chamou, erguendo a mão em aceno e com um sorriso espontâneo nos lábios.
Ivan ouviu a voz e logo a reconheceu. Sorriu e retribuiu o aceno com entusiasmo.
— Ei, vai lá falar com ela. A gente não ia pro cassino? — reclamou Dimas, um dos ami