A madrugada estava silenciosa, e a casa repousava em uma tranquilidade quase absoluta. Alina dormia
profundamente, virada para o lado, o lençol leve cobrindo parcialmente seu corpo. A luz da lua entrava pe-la fresta da janela, iluminando seu rosto sereno.
O som da maçaneta girando suavemente quebrou o silêncio. Joaquim entrou devagar, fechando a porta com o mesmo cuidado. Caminhou até a cama sem dizer nada. O coração de Alina, mesmo adormecida, pareceu sentir a presença dele. Ela se virou le