Mundo de ficçãoIniciar sessãoHARÉM REVERSO - BULLY ROMANCE - INIMIGOS A AMANTES - CORRIDAS CLANDESTINAS Ela sempre correu para sobreviver. Agora vai ter que correr deles. Red aprendeu cedo as regras do submundo: não confie, não ame, não perca. Entre roubos, corridas clandestinas e apostas que custam a própria vida, ela achava que conhecia o perigo. Até roubar dos The Cove Boys. Sebastian, Oliver, Max e Nate Blackwood são os reis absolutos da Black Circuit. Poderosos, cruéis e intocáveis. Eles não perdoam. Não esquecem. E nunca dividem o que é deles. Só que ninguém avisou a Red que eles iam querer dividir... ela. Sequestrada. Humilhada. Forçada a conviver com os quatro inimigos. Entre jogos de poder, corridas ilegais e uma atração que queima mais rápido que gasolina, a linha entre ódio e desejo some. Porque quando você coloca fogo na vida de monstros, eles retribuem. Com obsessão. Com ciúmes possessivos. Com uma guerra que pode destruir a cidade inteira. E no fim, Red vai ter que decidir: Será que ela consegue sobreviver ao fogo que ela mesma acendeu? Ou vai se queimar junto com eles?
Ler maisAGRADECIMENTOSSe você está lendo isso agora, por favor, pare um instante e respire fundo comigo. Sei exatamente como você deve ter se sentido ao virar a última página desta história. Imagino sua mente fervilhando de emoções contraditórias: talvez raiva, confusão, questionamentos a mil e, quem sabe, até alguns xingamentos direcionados a mim. Se eu consegui provocar tudo isso, significa que cumpri meu papel à altura. Aposto que você está desesperadamente ansiosa(o) para descobrir o que vem a seguir, o que acontecerá com nossos personagens e seus destinos entrelaçados.Escrever esta história foi como entrar em uma corrida sem linha de chegada. Em alguns dias eu tive certeza de que sabia exatamente para onde estava indo e, em outros, foram os próprios personagens que tomaram o volante e decidiram o caminho por mim.A Red, nossa protagonista, nunca foi uma personagem simples ou fácil de lidar. Ela é tudo, menos calma e racional, uma mistura explosiva que tem o hábito pouco saudável de tra
EpílogoVIOLET RAGE – LEXIEO leve som do clique da maçaneta ressoou pela sala, e imediatamente meus olhos se ergueram da fotografia que eu segurava quando a porta se abriu lentamente, quase como se alguém tivesse escolhido esse momento com precisão. Alguém entrou e, por um instante, meu cérebro hesitou, demorando alguns segundos preciosos para reconhecer aquele rosto que assumia formas familiares diante de mim. Não havia mais o sorriso debochado, aquele que passava seus dias rodeado por secadores de cabelo, esmaltes coloridos e clientes tagarelando sobre a vida alheia. O Mustafá, que atravessava silencioso a sala naquele exato instante, caminhava com os ombros erguidos, emanando uma presença tão intensa que parecia, quase sem esforço, alterar o próprio ar em seu entorno.Então, meu olhar foi recuando lentamente para a jaqueta de couro preta que ele trajava e, nesse instante, senti um arrepio distinto, gelado, percorrendo toda a minha espinha. Ali, costurado de forma precisa sobre o p
Capítulo 70LEXIEEu deveria ter me levantado imediatamente, mandado Summer para a casa do caralho sem olhar para trás, atravessado aquela porta com determinação e tentado esquecer para sempre que aquele lugar havia existido em minha vida. Mas, por alguma razão inexplicável, eu simplesmente não conseguia. O silêncio pesado que pairava entre nós era quase sufocante, carregado de tensão e expectativa, dificultando qualquer pensamento racional. Foi então que ela, sem dizer nada, simplesmente empurrou um tablet na minha direção, interrompendo o silêncio.— É por sua conta e risco… — ela avisou, sua voz carregada de um misto de advertência e algo que eu não consegui identificar direito.Minha mão tremeu por uma fração de segundo, hesitando antes de alcançar o tablet que ela me oferecia. Uma parte de mim queria rejeitar aquilo, empurrar aquela merda para longe, mas havia outra parte, uma centelha de curiosidade que insistia em se agarrar com unhas e dentes à possibilidade de existir uma úni
Capítulo 69SUMMERO relógio marcava um pouco mais de quatro horas desde que Lexie veio comigo por “livre e espontânea vontade” quando o celular vibrou sobre a mesa. Já sabia quem era e, como não queria perder tempo, atendi antes mesmo do segundo toque.— Espero que tenha um bom motivo para me ligar tão cedo.Do outro lado da linha, a voz permaneceu calma.— Duquesa, está tudo sob controle, exatamente como você planejou.Inclinei a cabeça, encarando a parede de vidro da sala.— E ele, o alvo? Deu algum trabalho?— Mais do que o esperado — admitiu a voz do outro lado.Isso trouxe uma mistura de satisfação e impaciência dentro de mim, então um sorriso sutil e quase desdenhoso se formou em meu rosto.— Avisei que meu Ethan não costuma facilitar a vida de ninguém — relembrei com certa ironia.— Ainda assim, ele permanece exatamente onde deveria estar, não é verdade?Instintivamente, tamborilei os dedos contra a superfície da mesa feita de madeira escura, aquele som ritmado parecendo marca





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