Eduardo nunca acreditou que eu seria capaz de deixá-lo. Afinal, por mais que eu sofresse, sempre estava lá, esperando pacientemente, pronta para perdoar suas falhas.
Ele se acostumou com isso.
Todos ao seu redor diziam que eu jamais conseguiria deixá-lo.
E talvez, por muito tempo, isso fosse verdade.
Mas agora, enquanto eu me esforçava para puxar duas malas pesadas, não olhei para trás nem por um segundo.
Enquanto eu arrastava as malas para ir embora, a voz doce de Isabela ecoou.
— Edu, que bom