Já era mais de sete da noite, e ainda não havia se ouvia nenhum anúncio sobre o início da festa de aniversário.
Eduardo permanecia no sofá, com os dedos brincando distraidamente com um isqueiro, a mente claramente distante.
De vez em quanto, ele levantava o pulso para olhar a hora, ou então desbloqueava o celular, apenas para bloqueá-lo novamente.
Isabela, com um olhar preocupado, puxou delicadamente a manga de sua camisa, mordendo o lábio.
— Edu, está ficando tarde, todo mundo já está com fome.