Mundo de ficçãoIniciar sessãoEu e minha melhor amiga nos casamos juntas com os herdeiros da família mais poderosa da elite. Eu me casei com o irmão mais velho, um gênio da medicina. Ela, com o caçula, um CEO frio e distante. No dia do meu casamento, Daniel Lopes simplesmente desapareceu. Sumiu sem deixar notícias, porque foi ajudar a antiga paixão dele a procurar o cachorro perdido. Minha avó, de tanta raiva e desgosto, sofreu um infarto. Eu ligava desesperada, implorando para ele voltar e salvar a vida dela. Mas ele, irritado, respondeu com frieza: — Isabella, você ficou louca? Tá me dizendo que sua avó tá morrendo só para me forçar a voltar? Você teria coragem de amaldiçoar a própria avó, sua única família, só para me trazer de volta? O cachorro da Nic sumiu, e eu estou ajudando ela a procurar! Casamento? A gente pode fazer outro quando quiser! Naquele dia, o cachorro dela foi encontrado. Mas eu... Eu perdi minha avó para sempre. Chorei até desmaiar. Quando acordei, olhei para minha melhor amiga e, com a voz embargada, perguntei: — Paty, eu vou me divorciar. E você? Ela me abraçou forte, com lágrimas escorrendo pelo rosto, e disse: — Eu também vou! Os irmãos Lopes, quando receberam os papéis do divórcio, choraram tanto que os olhos ficaram vermelhos e inchados.
Ler maisDepois de uma breve pausa, Felipe ainda acrescentou, como se fosse algo natural, quase uma obrigação:— Ah, e amanhã à noite tem uma festa. Quero que você vá comigo.Antes, Felipe sempre evitava aparecer em público com a Paty.Não importava o evento, ele nunca a levava.Agora, ele mesmo convidando, significava que queria assumir ela diante de todos.Mas Paty sorriu friamente:— Me apresentar como o quê? Sua ex-mulher? Felipe franziu a testa, incomodado:— Patrícia, eu vim até aqui, comprei seu bolo favorito para te agradar, o que mais você quer que eu faça?Ele falava com aquele tom arrogante, como se estivesse fazendo um grande favor, como se descer do pedestal dele fosse um sacrifício enorme.Paty riu, fria e debochada, pegou o bolo e, sem hesitar, jogou direto na lixeira.— Felipe, eu não gosto mais de bolo de blueberry. E de você também não. Coisas que a gente não gosta, a gente joga fora.Felipe ficou paralisado, como se tivesse levado um tapa na cara, sem reação.Paty nem olhou
Paty soltou uma risada fria, carregada de desprezo:— Felipe, escuta bem o que eu estou te dizendo: eu nunca, em toda a minha vida, vou voltar para você. Esquece essa ideia ridícula de reconciliação!E, sem esperar qualquer resposta, encerrou a ligação na cara dele.Poucos segundos depois, o celular dela voltou a tocar, era o Felipe de novo.Sem paciência, ela bloqueou o número na hora.Não demorou muito e, como eu já esperava, Daniel também começou a me ligar.Provavelmente tinha acabado de sair do hospital e só então percebeu que eu tinha me mudado sem avisar.Mas eu não atendi.Então ele começou a me mandar uma enxurrada de mensagens:[Você foi para onde? Por que não me avisou? Seu corpo ainda tá fraco, precisa descansar e se recuperar. Por favor, volta para casa. Mesmo que não queira falar comigo agora, tudo bem. Podemos deixar nossas questões para depois, só cuida da sua saúde primeiro.]Em questão de minutos, ele já tinha mandado dezenas de mensagens, e o celular não parava de vi
Ele estava prestes a me responder, quando batidas na porta interromperam o silêncio.Era uma das empregadas da casa, que entrou carregando uma caixa térmica com comida.Daniel pegou a caixa das mãos dela, agradeceu com um leve aceno de cabeça e a colocou sobre a mesa.Logo depois, ele encheu uma tigela de mingau, sentou-se ao meu lado e, com a colher em mãos, tentou me alimentar.— Foi o cozinheiro lá de casa que preparou esse mingau. Mandei fazer especialmente para você, é leve e nutritivo, o melhor para agora. Eu o encarei com frieza, e respondi, sem nenhuma emoção:— Daniel, sai daqui. Some da minha frente.Por incrível que pareça, ele não se irritou.Continuou segurando a tigela com cuidado e, ainda mais calmo, insistiu:— Deixa só você comer esse mingau primeiro... Depois eu vou embora, tá bom?Virei o rosto pro lado, me recusando a olhar para ele, sem dizer uma palavra.Daniel abaixou a cabeça, e a voz dele ficou mais baixa, quase um sussurro:— Eu sei que errei, amor. Você pode
Daniel permaneceu em silêncio.Nicole, com aquele jeito falso e delicado, segurou o braço dele com suavidade, como se quisesse acalmá-lo:— Dan, não fica assim, vai... Não foi sua culpa. Como você ia saber que ela tava grávida? Você jamais faria isso de propósito! E a avó dela... tadinha, mas já era bem velhinha, podia acontecer a qualquer hora. Não se culpe, por favor.Daniel afastou a mão dela com um movimento brusco, o olhar gelado, mais do que ela jamais tinha visto.Nicole, assustada com a frieza dele, forçou um sorrisinho, tentando manter o controle:— Dan, por que tá me olhando assim? Daniel, com a voz cortante, foi direto:— Aquele dia, o cachorro... Ele fugiu sozinho ou foi você quem soltou ele?Nicole arregalou os olhos, fingindo surpresa, e respondeu com um tom inocente:— Você tá achando que fui eu quem soltou o Totó de propósito, só para te fazer me ajudar a procurar?Daniel não respondeu.Apenas a encarou com indiferença, e disse, firme:— A partir de hoje, eu não quero
Último capítulo