O homem que sempre a tratou como uma filha querida, a quem Isabela chamava de “pai”, sequer lançou um segundo olhar em sua direção.
Com um gesto impaciente, como quem afasta um inseto incômodo, ele ordenou que as duas fossem tiradas dali imediatamente.
Na saída, Isabela ainda se recusava a aceitar. Ela se agarrou ao batente da porta com todas as forças, gritando em desespero:
— Você não pode fazer isso comigo, Eduardo! Não pode! Eu estou grávida, o filho é seu! Você tem que assumir a responsabil