Já se passara meio mês desde que Irene havia chegado à zona de guerra.
Apesar do pânico e da desorientação do primeiro dia, ela se adaptou rapidamente àquela realidade brutal. A rotina consistia em atender uma fila interminável de feridos, com cortes profundos causados por armas brancas, perfurações de balas perdidas e corpos destroçados por explosões. Alguns pacientes chegavam já sem vida. Os que sobreviviam, na maioria das vezes, tinham que encarar a dura realidade de uma amputação.
Em apenas