O homem que a havia salvado era o mesmo que, numa noite de tempestade torrencial, a havia levado em seu carro para ver a avó pela última vez.
Apesar da chuva e da escuridão daquela noite, ele baixava o vidro e oferecia ajuda ao vê-la desesperada na estrada. Por gratidão, ela havia memorizado aquele rosto de traços marcantes. Ao sair do carro, havia deixado todo o dinheiro que tinha na bolsa como forma de pagamento.
— Olá, me chamo Noah. — Apresentou-se ele, com a voz firme.
— Olá, sou Irene. Ob