— Agora a escolha é sua, por bem ou por mal.
Jade engole em seco.
A raiva ainda está ali, mas já não é pura. Ela se mistura com algo mais urgente. Mais perigoso.
Desespero.
— Você chegou perto delas? — O encara com olhos semicerrados, como se pudesse atravessa-lo.
— Ainda não. — Guilherme responde, sem emoção.
Jade levanta os olhos devagar. Eles ardem.
— Você é doente. — Ela diz entre dentes.
Guilherme se recosta na cadeira, o couro rangendo suavemente sob seu peso.
— Vou adorar corrigir esses