A sala estava em festa, mesmo sem ser dia de festa. Carrinhos novos, videogame, quadriciclo motorizado. Matheus corria de um lado ao outro, encantado com os presentes que pareciam saídos de um sonho de menino.
— “Olha, Tia Beca! Olha isso!” — gritou ele, girando um carrinho de controle remoto no chão de madeira.
Rebeca ajeitava as embalagens já abertas com um olhar desconfiado para Bruno e José Ricardo, que sorriam satisfeitos.
— “Vocês não poderiam esperar pelo dia da festa?” — ela perguntou,