O contrato ainda cheirava a tinta fresca quando chegaram à nova residência.
Não era só uma casa — era um território. Uma mansão ancestral, isolada nos limites da floresta proibida, onde o clã há gerações não ousava pisar sem permissão. Lá, o ar era mais denso. E o silêncio, mais antigo.
Kael entregou as chaves a Narelle como quem oferecia uma coroa envenenada.
“Esse será nosso novo lar. Seguro. Protegido. Vigiado.”
Ela ergueu os olhos. “Vigiado” ? Não me ameace Kaell, já não basta a distância q