A sala estava escura, iluminada apenas pela luz azulada do holograma que se repetia em looping. Frame por frame. Palavra por palavra. A verdade era um veneno que escorria pelos olhos de Kael.
Ele estava sentado. Camisa desabotoada. A gravata esquecida no chão. O rosto apoiado nas mãos.
Não havia mais ninguém ali. Nem guarda, nem lobo de confiança. Nem Lysa.
Ela tentara argumentar. Tentara convencê-lo de que “nada mudou”. Que ele continuava sendo Kael Vorn. Que tudo aquilo era apenas um nome.
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